segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

DESENHO ANTOLÓGICO

Respondendo a um pedido do governo americano, que buscava a todo custo uma aproximação com o Brasil, WALT DISNEY criou (entre outros) este curta metragem antológico. Era o fim da 2ª grande guerra mundial e o governo temia que o Brasil pudesse se tornar um país comunista. Esta pequena maravilha foi criada no início dos anos 50, inteiramente à mão, sem computadores nem outro tipo de ajuda como os efeitos especiais do cinema de hoje em dia.

sábado, 30 de abril de 2011

MOVIMENTO OFÉLIA, NÃO!

Para quem não se lembra do antigo quadro da Ofélia e do Fernandinho, exibido pela Globo e que voltou ao ar no Zorra Total, conheça um pouco dele que tanto nos alegrou. Mas,lembre-se: na política, OFÉLIA, NÃO!

quinta-feira, 24 de março de 2011

OS ETERNOS OLHOS AZUIS DO CINEMA

Um dos olhos mais bonitos do cinema nunca mais se abrirão. A atriz Elizabeth Taylor, 79 anos, morreu na madrugada de ontem no hospital Cedars-Sinai, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A atriz, tida como uma das últimas divas dos tempos áureos de Hollywood, estava internada desde o início de fevereiro. Segundo a emissora norte-americana ABC, a família pretende realizar um funeral não aberto ao público no final da semana. O corpo da atriz será enterrado no cemitério Westwood Village Memorial Park, em Los Angeles, onde também estão sepultados a atriz Marilyn Monroe e o escritor Truman Capote. Liz fazia - e continuará a fazer - parte do imaginário de todos nós, amantes do cinema tradicional, aquele que nos levava às mais fortes emoções e, muitas vezes, às lágrimas. Falar dela é ser obrigado à reverenciar sua maneira de interpretar e ter em mente aquela beleza natural e os olhos azul-turquesa. E o filme Cleópatra que tantas lembranças nos traz e ainda prende a atenção do público mundo afora. Pelo magnetismo e por sua energia, ela descansará em paz e será sempre lembrada!

domingo, 7 de novembro de 2010

INJUSTIÇAS DA ACADEMIA


Mesmo atrasado, este blog jamais poderia deixar de registrar o passamento do grande Tony Curtis (nome artístico de Bernard Schwartz; Nova York, 3 de junho de 1925 - Las Vegas, 30 de setembro de 2010). Ator norte-americano, popular desde as décadas de 1950 e 1960 por seu trabalho no cinema, participou de mais de cem filmes desde 1949. Uma das maiores injustiças da Academia contra ele foi não ter lhe dado o Oscar por tudo que fez pelo cinema e por suas interpretações marcantes.

Biografia
Filho de um alfaiate húngaro imigrante, ele teve uma infância bastante difícil no bairro do Bronx, Nova York, onde a família morava nos fundos da alfaiataria. Sua mãe e um dos seus dois irmãos eram esquizofrênicos, o que fez com que ele e o outro irmão fossem internados num orfanato aos oito anos de idade, por impossibilidade do pai de tomar conta de todos. Curtis serviu na marinha durante a Segunda Guerra Mundial e foi um espectador privilegiado da rendição japonesa na Baía de Tóquio em 1945. De volta aos Estados Unidos, passou a estudar teatro, e em 1948, devido à bela aparência e aos olhos marcantes que o tornariam ídolo do público feminino nos anos seguintes, foi contratado pelo estúdio Universal de Hollywood, que lhe colocou em aulas de esgrima e montaria e trocou seu nome de batismo para Tony Curtis. Apesar de parecer ser apenas mais um "menino bonito" a chegar ao cinema, Tony provaria o seu talento em filmes como Sweet Smell of Sucess (br: A Embriaguez do Sucesso), com Burt Lancaster, The Defiant Ones (br: Acorrentados), com Sidney Poitier - que lhe renderia uma indicação ao Oscar -, Boston Strangler (O Estrangulador de Boston ou O Homem Que Odiava as Mulheres), em que interpretava um psicopata real e aquele que seria o seu mais duradouro trabalho na lembrança dos cinéfilos: o clássico de Billy Wilder, Some Like It Hot (Quanto Mais Quente Melhor), com Marilyn Monroe e Jack Lemmon. Ele também fez diversos trabalhos na televisão, o mais bem sucedido deles na série The Persuaders, com Roger Moore, bastante popular no início dos anos 70, que terminou porque Moore foi escolhido para fazer James Bond no cinema.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

OS FINAIS MAIS EMOCIONANTES DO CINEMA

1 - 'O sexto sentido': Bruce Willis estava morto o tempo todo.
2 - 'Psicose': a mãe de Norman Bates estava morta.
3 - 'Os suspeitos': Kevin Spacey era o culpado.
4 - 'Star Wars: o império contra-ataca': Dart Vader é o pai de Luke Skywalker.
5 - 'Jogos mortais': o vilão Jigsaw não estava morto o tempo todo.
6 - 'Clube da luta': Edward Norton e Brad Pitt são a mesma pessoa.
7 - 'O homem de palha': Christopher Lee planejava matar Edward Woodward o tempo todo.
8 - 'Os outros': Nicole Kidman estava morta o tempo todo.
9 - 'Seven - Os sete crimes capitais': Kevin Spacey era mais mau do que se pensava.
10 - 'Planeta dos macacos': a ação se passa na Terra, no futuro.

The Guardian